triboslab

Comunidade de prática para Community Managers. Para quem faz da conexão, uma profissão.

Um lugar para parar de improvisar sozinho e começar a construir método, repertório e reputação entre pares.

Se você é CM, provavelmente já viveu isso

Três coisas que ninguém fora da área entende

A solidão que não some com o tempo

Você é a única pessoa da empresa que faz o que você faz. Não tem com quem validar uma decisão, não tem a quem perguntar se aquilo era mesmo uma crise. E quanto mais sênior você fica, menos gente existe no seu nível para conversar.

O trabalho que ninguém vê

Você segura conflito, cria pertencimento, sustenta a cultura. No relatório, isso vira número de mensagens. Fora dele, você é confundido com social media, com suporte, com “a pessoa que cuida do grupo”.

A resposta que você odeia dar

“Depende.” É o que sobra quando a área não tem fundamento comum. Sem método compartilhado, cada Community Manager começa do zero e o mercado nunca amadurece.

Não é impressão sua

A gente perguntou para 40 Community Managers

Em 2026, antes de existir, o triboslab ouviu 40 profissionais de comunidade no Brasil. O que voltou é a razão desta comunidade existir.

0 de 40

marcaram 7 ou mais numa escala de solidão profissional.

E a solidão não diminui com a senioridade. Quem tem dez anos de carreira relata o mesmo isolamento de quem começou ontem.

31 de 40

apontaram visibilidade e reconhecimento como principal motivador de carreira.

38 de 40

disseram que não querem mais um espaço de muita gente e muito conteúdo.

A virada

O mercado te ofereceu curso. O problema nunca foi falta de conteúdo.

Você não está travado por falta de aula. Você está travado por falta de gente do seu lado. Conteúdo você já tem de sobra e não resolveu.

  • Não é curso.
  • Não é acervo de conteúdo.
  • Não é mentoria.
  • Não é grupo de networking.

É uma comunidade de prática. Profissionais construindo, juntos, o fundamento que a profissão ainda não tem.

Como funciona o laboratório

A gente não ensina o que funciona. A gente descobre junto.

Gestão de comunidade é uma profissão nova demais para ter verdades prontas. O que existe são hipóteses que nunca saíram do contexto onde nasceram.

Por que testar sozinho não resolve

Um gestor de comunidade sozinho consegue observar, formular uma teoria e testar na comunidade dele. O que ele nunca consegue fazer sozinho são as duas últimas etapas, e são justamente elas que transformam tentativa em conhecimento.

Testando sozinho

Amostra de um

Funcionou? Você não sabe se foi a tática ou se foi a sua comunidade que já era daquele jeito. Não deu certo? Você não sabe se o erro foi o método, o contexto ou a execução. Depois de dez anos, você não tem dez anos de conhecimento validado. Você tem dez anos de amostra de um.

Testando no laboratório

Vinte contextos, uma pergunta

A mesma hipótese roda em vinte comunidades diferentes ao mesmo tempo. Tamanhos diferentes, plataformas diferentes, públicos diferentes. O que sobra depois disso não é opinião. É conhecimento que aguenta contexto.

O ciclo que a gente roda todo mês

  • Todo mês, um tema. Toda semana, uma pergunta.

    Não começamos com uma resposta pronta para você aplicar. Começamos com uma pergunta que ninguém no mercado respondeu direito ainda. Exemplo: por que tem gente que participa de tudo e mesmo assim não se sente parte?

  • Você diz o que acha que está acontecendo.

    E declara o que faria você mudar de ideia. Essa é a regra da casa: se nada te faria mudar de ideia, você não trouxe uma hipótese, trouxe uma crença. Hipótese é 'acho que o silêncio vem da falta de contexto, não da falta de interesse'. E fica valendo.

  • Você aplica na sua comunidade de verdade.

    Entre um encontro e outro. Com gente de verdade, no seu contexto real, com o seu orçamento e o seu tempo. Sem cenário ideal, sem estudo de caso de empresa americana com time de doze pessoas.

  • Você volta e conta. Principalmente quando deu errado.

    Aqui outros gestores olham o que você fez e contestam. Não a pessoa, a hipótese. Alguém rodou parecido e quebrou, e sabe explicar por quê. É a etapa que mais dói e a que mais ensina. Errar em público, entre pares, é o atalho mais rápido que existe.

  • O que resiste a todo mundo vira conhecimento.

    Nada se perde. Cada ciclo vira documentação. No fim do ano, o que era pergunta virou o material mais honesto que existe sobre comunidade no Brasil, escrito por quem viveu, não por quem leu. E ele continua aberto: quando aparece evidência melhor, a gente reescreve.

As regras que fazem isso funcionar

Método sem acordo vira grupo de WhatsApp. Estes são os nossos.

  • 'Funcionou comigo' é dado, não é verdade.

    Toda experiência vem com o contexto junto: tamanho, plataforma, maturidade, público.

  • Toda opinião forte declara o que a derrubaria.

    Se nada te faz mudar de ideia, não é hipótese. É fé.

  • Ataca-se a hipótese, nunca a pessoa.

    Contestar aqui é cuidado, não hostilidade.

  • Refutação é resultado.

    O que deu errado vale o mesmo que o que deu certo. E costuma ensinar mais.

  • A explicação mais simples primeiro.

    Antes de teorizar sobre engajamento, confere se o horário do encontro presta.

  • Nada aqui é definitivo.

    Mudar de ideia diante de evidência melhor é o objetivo, não a falha.

Um laboratório precisa de pesquisadores, não de plateia.

Uma comunidade para quem quer por a mão na massa e cocriar a área de comunidades!

Quero fazer parte

Os rituais

O que acontece dentro do triboslab

  • Tema do mês

    um assunto por mês, atravessando todos os espaços da comunidade.

  • Quarta-feira de Aprendizado

    a pergunta da semana que puxa a discussão coletiva.

  • Encontros quinzenais ao vivo

    Zoom, com facilitação, câmera aberta e conversa de verdade.

  • Especialista convidado

    uma vez por mês, alguém de fora entra ao vivo para provocar o grupo.

  • Conversas Corajosas

    espaço fechado para o que não dá para falar em nenhum outro lugar.

  • Compilação anual

    tudo que a comunidade produziu no ano vira um acervo organizado no Notion. Conhecimento que fica.

É para você se:

  • Você trabalha com comunidade e é a única pessoa da empresa que faz isso.
  • Você quer parar de decidir no improviso e passar a decidir com repertório.
  • Você quer ser reconhecido como profissional, não como “quem cuida do grupo”.
  • Você entende que comunidade se constrói participando, não assistindo.

Não é para você se:

  • Você quer aulas gravadas para assistir no seu tempo.
  • Você quer entrar, observar e não aparecer.
  • Você quer resultado rápido sem envolvimento.
  • Você acha que “as pessoas são difíceis”.

Quem sustenta

Quem está sustentando isso

Retrato de Luiz Heiras

Luiz Heiras

Estrategista de comunidade, traz pro projeto uma visão estratégica de comunidades, construída na prática com empresas, criadores e marcas que entendem que crescimento sustentável acontece quando pertencimento e negócio caminham juntos.

Retrato de Bruna Riedel

Bruna Riedel

Designer de experiências, rituais e trilha de soft skills. Formada em design de conexões, gerencia comunidades em ecossistemas de inovação.

Nós somos Community Managers. Estamos construindo o lugar que a gente não teve.

Antes do preço

Antes do preço, uma pergunta

Marque o que é verdade para você hoje.

Escolha

Os planos

Plano Semestral

6x de R$ 147

Você já disse isso para os seus membros: ninguém pertence a uma comunidade na primeira semana. Primeiro se chega, depois se observa, e só então se fala sem medir palavra. Seis meses é o tempo de fazer esse caminho do lado de dentro, pela primeira vez sem ser você o responsável por conduzir. Para quem quer viver o processo, e não só visitar. Para quem quer testar de verdade, e não só espiar.

Entrar no plano semestral

Plano Anual

12x de R$ 127

Um inteiro você atravessa todos os temas e acompanha toda a compilação do conhecimento no Notion, contruindo, trocando e cocriando todas as partes de aprendizado de uma comunidade. Para quem faz da conexão, uma profissão. E trata isso como carreira, não como experimento.

Entrar no plano anual

Todos os planos dão acesso à mesma comunidade e aos mesmos encontros. O que muda é o tempo de compromisso. E uma célula funciona melhor quando o grupo permanece junto.

Se não for para você, a gente devolve

Você tem 7 dias a partir da entrada para pedir reembolso integral, sem justificativa e sem conversa constrangedora.

Perguntas

Perguntas que a gente já ouviu

  • Não. Não existe grade de aulas para assistir. Existe um grupo de profissionais discutindo casos reais toda semana e um método para transformar esses casos em prática compartilhada. Se você entrar e não participar, você não leva nada. E isso é intencional.

  • Grupo gratuito não tem facilitação, não tem método e não tem continuidade. Depois de duas semanas, vira lista de vagas e link de conteúdo. Aqui existe alguém responsável por sustentar a conversa, um tema por mês e um registro do que foi construído.

  • Os encontros ao vivo são quinzenais. O resto acontece no seu ritmo, no Discord. Quem participa uma hora por semana já aproveita a comunidade inteira.

  • Não. A pesquisa mostrou que a solidão profissional é a mesma em todos os níveis de senioridade. Sênior não tem menos dúvida, tem dúvida diferente. Os dois lados aprendem na mesma conversa.

  • Pode. Se comunidade faz parte do seu trabalho, mesmo que não esteja no seu cargo, o lugar é seu.

  • Sim, ao fim de cada ciclo temático, para quem participou. Ele registra os temas trabalhados e a carga horária dos encontros ao vivo. Serve para comprovar participação, seja para o RH, para o seu perfil ou para o seu próprio histórico. Não é diploma de curso concluído, porque aqui não existe conteúdo para concluir. É registro de que você esteve na prática, não na plateia.

  • Pagamento pela Hotmart, por cartão ou Pix, no plano que você escolher.

  • Você pode cancelar a renovação a qualquer momento. Nos primeiros 7 dias, reembolso integral.

Você já faz esse trabalho. Falta fazer acompanhado.

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Para quem faz da conexão, uma profissão.